O movimento que tem a redução do preço das passagens como principal bandeira, e que eclodiu em onze capitais brasileiras, surpreendeu governos e políticos, mas também deixou a imprensa brasileira perplexa. Apesar de todo o aparato de tecnologia e logística das emissoras de TV para a cobertura ao vivo – e da bravura de seus profissionais de campo –, os telejornais, no calor dos acontecimentos, não conseguiram fazer mais do que mostrar os fatos em sua superficialidade, limitando-se, na maioria das vezes, a descrever a imagem captada pelos cinegrafistas nas ruas ou pelo helicóptero de plantão. Faltou um pouco mais de profundidade, especialmente nos noticiários dos canais por assinatura. Faltou um olhar menos descritivo e mais crítico. Faltou coragem e ousadia para comentar o inusitado. Desconhecimento de causa? Despreparo para lidar com um assunto incomum e imprevisível na mesmice de uma realidade a que nos acostumamos?
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Movimentos Sociais atuais.
O movimento que tem a redução do preço das passagens como principal bandeira, e que eclodiu em onze capitais brasileiras, surpreendeu governos e políticos, mas também deixou a imprensa brasileira perplexa. Apesar de todo o aparato de tecnologia e logística das emissoras de TV para a cobertura ao vivo – e da bravura de seus profissionais de campo –, os telejornais, no calor dos acontecimentos, não conseguiram fazer mais do que mostrar os fatos em sua superficialidade, limitando-se, na maioria das vezes, a descrever a imagem captada pelos cinegrafistas nas ruas ou pelo helicóptero de plantão. Faltou um pouco mais de profundidade, especialmente nos noticiários dos canais por assinatura. Faltou um olhar menos descritivo e mais crítico. Faltou coragem e ousadia para comentar o inusitado. Desconhecimento de causa? Despreparo para lidar com um assunto incomum e imprevisível na mesmice de uma realidade a que nos acostumamos?
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